Vencedor

RUBESHE SANTOS

Chamo-me Rubeshe Silva. Nasci em Março de 1993 no norte do Brasil. Desde que me lembro sempre fui fascinado pela escrita embora nunca tenha gostado muito de escolas. Desde criança sempre adorei ouvir músicas e cantar. Em março de 2009 saí do Brasil com a minha mãe rumo aos Açores, ilha Terceira, Portugal. Foi aí que tudo começou: hip-hop português, linguagem diferente, outras visões do mundo, ideologias diferentes, outras culturas, etc.

DE LINHA EM LINHA

O projeto “De Linha em Linha” fala um pouco do meu percurso musical, explora também um pouco da minha vida, artística e pessoal. Fala um pouco do meu pai, que faleceu quando eu era criança, e que hoje é o meu grande herói; fala das minhas lembranças mais antigas, fala dos meus amigos, experiências de palco; em algumas músicas também falo da minha mãe, que é o motivo de eu ter chegado tão longe também; fala da minha vida antiga e das mudanças pela qual passei.
Este projeto é dedicado ao meu Super-herói: Pedro Nelson Bezerra Santos.

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Selecionados

JOÃO BERNARDO // JOSÉ VIEIRA // DAVID PIRES 

RICARDO MARQUES // CATARINA DIAS

Este projeto teve como objetivo a construção de um grupo de música cuja sonoridade, ainda que original e própria, se inspirasse em diversos estilos de música que surgiram do Jazz e do Blues, como o Rnb , Pop, Soul, entre outros.

FATZILLA

“Fatzilla” (fusão do significado do termo musical americano “fat” com a dimensão do conhecido monstro japonês “Godzilla”). Este projeto teve como objetivo a construção de um grupo de música cuja sonoridade, ainda que original e própria, se inspirasse em diversos estilos de música que surgiram do Jazz e do Blues, como o RnB, Pop, Soul, entre outros. João Nuno Bernardo (teclas/composição); Catarina Ortins Dias (voz/letras); José Vieira (guitarra); Ricardo Marques (baixo elétrico); David Pires (bateria).

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Selecionado

ANTÓNIO COUTO

29 anos, natural de São Miguel, é guitarrista e compositor autodidata. Tocou em Nableena (metal experimental, 2005/2011), toca em Ficha Tripla (cover band, 2009/-) e PJAzores (tributo a P. Jam, 2011/-), e em Morbid Death como músico convidado (2015/-).

COLD SENESCENCE

Projeto de estúdio que se enquadra no género “Metal”, de forma melódica e experimental. Tem como conceito e inspiração a natureza e a forma como a sua beleza é modificada com o tempo, em que tudo o que envelhece e morre é consumido para criar nova vida, num ciclo interminável, selvático e inalterado, frio e inevitável. Com influências de “Doom” e progressivo, as guitarras distorcidas e melódicas são aplicadas na tentativa de criar ambiências desoladas e melancólicas na mente do ouvinte.